Publicado por: Jason Stone | 01/01/2011

STONELAND TV: MADONNA – THE POWER OF GOODBYE.

Depois de uma crônica como a que está logo abaixo, nada como a diva Madonna, que é a incontestável prova de que Deus foi perfeito quando criou a mulher.

Publicado por: Jason Stone | 01/01/2011

O PODER DA FRAGILIDADE.

Nasci numa família matriarcal e talvez por isso meu imenso respeito por pessoas do gênero feminino, que considero mais sensíveis, mais abertas a mudanças, mais criativas e ricas em conteúdo. Num mundo patriarcal há mais de cinco mil anos, o que digo deve ser uma heresia, mas é interessante constatar a nossa pequenez diante destes espécimes tão graciosos e tão lindos. Nem por isso, obviamente, figuras ingênuas e angelicais. É o poder do sexo frágil.

Vou continuar, mesmo que isso desperte a ira dos machos contemporâneos, pouca coisa diferentes daqueles que viveram há três ou quatro séculos.

Nos grupamentos que tenho conhecido e convivido ao longo do tempo, experimentando uma tese, ouvindo uma opinião aqui e outra acolá, percebo ser de grande dificuldade para o homus testicocéfalus – aquele que tem testículos no lugar do cérebro -, aceitar que sua mulher faz mais sucesso que ele, que ganha mais dinheiro, que tem maior reconhecimento profissional e pessoal, que tem mais carisma e um sorriso que não deixa nada indiferente por onde passa. Isso deve ser de amargar, não é garoto?

Não fosse isso o bastante, elas ainda resistem ao uso de um chip intracutâneo o que nos impede de saber exatamente onde estão, quando dizem que vão ao cabeleireiro. Para completar, se lá – no cabeleireiro – elas não estiverem, jamais saberemos, porque não há como saber. E terminando de enterrar toda a autoestima masculina, elas ainda contam com a propriedade do fingimento orgástico, podendo nos fazer pensar que somos o máximo, sem no entanto, termos sequer, arrepiado o cabelo da nuca deste ser enigmático e incomparável: a mulher. E você, consegue fingir que está excitado?… Morro de rir e acho graça.

Pensa que acabou?… E o fato dela já ter seus próprios cartões de crédito como titular, de não ser mais obrigada a comer picanha porque você quer, ter seus carros comprados com seus vencimentos e contas telefônicas, sem detalhamento, para que jamais saiba para onde e para quem ligou? E quando você vai a uma festa e ela é o centro do mundo, enquanto você continua a ouvir música dos anos oitenta?… Está paranóico? É para ficar mesmo!

E saber que ela conhece Paris, desde antes de você, e na cabeceira dela, ao invés do mais recente enxovalho musical do Forró do Muído que tem na sua, repousa, impávido, um livro de Truman Capote? Descobrir que intelectualmente você é um rebotalho daquela eminente pessoa que vive com você, mas que não é de sua propriedade. Você agüenta isso?

Morra de medo! Porque enquanto você está lendo esta crônica, ela pode estar digitando pela internet – com senha que você desconhece – mensagens de amor para alguém que dê importância ao romance, e que não a deixe nos finais de semana para “tomar uma” com os amigos, ou ver o futebol com os primos do “interior” na gritaria mais selvagem de que se tem notícia, ou vai para o carnaval e se emporcalha com ovo e farinha enquanto ela lhe dá o bolo! Sensacional.

Antes que eu me esqueça, que tal dar valor ao que tem dentro de casa, a lealdade dessa mulher que gera pessoas para construção de um novo tempo, que educa, que se esfalfa de trabalhar e ainda tem de estar linda para próxima sessão de cinema? Alô, elas já são presidentes de países, não sabia?! Que tal se informar um pouco sobre o que acontece no planeta, para não passar vergonha, canhestro, isolado num canto durante uma conversa edificante? Que tal rever o conceito sobre a importância das datas, das rosas vermelhas para expressar uma bem-querença, um perfume que lembre um momento inesquecível, uma palavra de paixão que seja inesperada?

Faça isso logo, porque ainda tem uma outra coisa que nas mulheres se esgotou – com muita justeza – em relação a nós: a paciência.

Publicado por: Jason Stone | 31/12/2010

STONELAND TV: NEW YORK, NEW YORK

Porque nenhuma canção pode exprimir melhor uma cidade, e a atmosfera de glamour que todas as pessoas de bem com a vida, devem experimentar. Feliz Ano Novo! Um 2011 do tamanho dos seus sonhos!…

Publicado por: Jason Stone | 30/12/2010

FELIZ ANO NOVO, MESMO.

Quis começar um ano diferente. Despojado de excessos, asséptico, limpo em minha essência, em silêncio voluntário, quase sacro, como uma igreja vazia até de mim. Quis romper uma fita reinaugurando a vida. Reiniciando do começo, engatinhando a alma para me ver crescer melhor, com mais temperança e menos gula. Com mais serenidade e menos ânsia. Sem aqueles atropelos que servem de desculpas para errar tanto. Quis começar um ano num longo banho de água corrente, deixando escorrer as mágoas que porventura tenham teimado em ficar, deixando ir-se até a derradeira gota de rancor e de insatisfação com o que passou.

Quis passar a página, cessar o capítulo, fechar o livro do passado e abrir as páginas do futuro, com aquele cheirinho característico de coisa nova, sem bolor, ou poeira fina que esconde o brilho. Foi assim que quis fazer.

Resolvi que nos dias que virão, por todos os possíveis, tentarei ir tirando as vestes sombrias, me despindo daquilo que me traz sofrimento, tentando por os pés nus no chão, sem reservas, sem aqueles melindres dos cuidadosos ao extremo. Quero trajar estampados, floridos, jardins cem por cento algodão. Quero me aventurar mais, brincar na neve, correr nos campos, pegar as alfazemas nas mãos, perfumar minha varanda, abrir-me para o espaço, desmedidamente, como que me atirasse inteiro na luz. É assim que quero ser.

Quero sentir a brisa de olhos fechados, deixar cair a chuva percebendo o cheiro de mato encharcado, quero olhar para o céu estrelado, constelações inteiras para ofertar a quem amo de verdade. Com o espírito repleto de meninices que o tempo me fez esquecer e que ficaram guardadas nos escaninhos de minha existência. Quero estar pleno, para poder dividir. Obstinado para poder somar. Sábio para poder multiplicar. Compreensivo para poder subtrair. Fazer as quatro operações dessa matemática inventiva e simples que a vida nos ensina, e que, arredios, muitas vezes não queremos aprender. Pois de que é feita essa passagem senão de diversos minutos que podem se eternizar pelo sentimento, por aquilo que vai em nosso coração? De que é feita essa vida senão de amores sem fim, paixões enlouquecidas, sorrisos fartos, abraços apertados de bem querer, mãos estendidas para pegar o outro no ar, fé inquebrantável, orações ao alto, palavras que afagam? É assim, decerto, que daqui adiante quero ser.

Ser como criança, desassombrada, que balança solta, sem quedas na mente, sem pruridos tolos, com aquela inocência que brota dos olhos com especial fulgor. Quero ter a alegria insensata dos carrinhos pequeninos, das fantasias e sonhos sem fim, de rever o que importa e que foi sendo deixado pelo caminho. Pois o que vale mesmo dessa lida é poder ter dentro de si a esperança de um grande reencontro, quando todos nós estaremos em volta de uma mesa, no banquete divino que celebra a liberdade, a ternura e o para sempre. Afinal, deve se saber que o que vale não é a chegada, mas o caminho que percorremos até aqui.

Publicado por: Jason Stone | 28/12/2010

STONELAND TV: VIVALDI – WINTER.

Vivaldi e suas Quatro Estações dispensam comentários. É ouvir e sentir apenas.

Publicado por: Jason Stone | 28/12/2010

SEJA AGASALHO.

Vamos lá…
Todos sabem o que é se atirar. O que difere um do outro é a ousadia. Coragem de mudar, de quebrar paradigmas. Sair do imobilismo, daquela letargia mórbida dos que acham melhor do jeito que está. Atitude consigo mesmo. Isso parece ser o mais complicado. Mas não é bem assim.

Costumo dizer que, se você não enfrentar a vida, a vida lhe enfrenta e é por isso que conclamo aos espíritos que me rodeiam para que sigam sempre jovens, ingênuos, puros, desconhecendo os perigos e, portanto, sempre prontos a voar mais alto, além das nuvens e do que concebemos como céu.

Não há decerto uma receita para ser feliz, num mundo onde nem sabemos a tradução da palavra felicidade. Sim, porque depois do relativismo, para mim o que é, para você pode jamais vir a ser. Não dê desculpas para seus erros repetidos, que se tornam hábitos e mazelas, que lhe expõem ao ridículo como aquele mentiroso contumaz. Ninguém acredita em quem mente sobre si mesmo. Nem o mentiroso acredita em si próprio.

Não há receita. Mas que existem caminhos para driblar as pedras da estrada, lá isso existe.

Comece sendo menos exigente com você. Leve-se menos a sério. Não queira criar uma imagem do ser perfeito, daquele que não erra, que não titubeia. Seja humano, vacile, se engane e compreenda o seu vizinho para ser igualmente compreendido. É franciscano pensar assim.

Olhe as pessoas como você gostaria de ser olhado. Tenha mais compaixão dos fracos, dos que sofrem, dos que tremem. Afague os que necessitam. Olhe nos olhos quando for falar com alguém, dê importância ao principal e não ligue para o acessório. Abrace com os dois braços, beije na face aqueles que você quer bem. Não tenha vergonha de gostar, de amar e falar de amor, de frases clichê, de poemas de rima fácil. Ria de si mesmo, gargalhe defronte ao espelho. Faça piada de suas próprias comédias.

Conviva com mais crianças, brinque com elas. Corra atrás de seus filhos brincando de pega-pega, deite-se no tapete e sonhe com eles. Faça-os sentir a grama nos pés e as curvas na areia da praia. Beije-os antes de dormir, conte histórias, vire criança, chore de ternura. Mantenha vivo Papai Noel e todos os Natais possíveis. Acreditar é tão importante… Cante cantigas, ouçam música juntos, ensaie um solfejo. Cuide, cuide, cuide…

Assista a um pôr do sol com quem você ama. Ande de mãos dadas pela beira-mar, converse fiado, ria do passado, olhe fotografias, tenha saudade, lembranças boas de quem se foi, desengavete as mágoas, delete-as, sinta-se leve, sem culpa, diga do bem querer, sem reservas, dê flores, coloridas, primaveris, orvalhadas. Olhe estrelas e combine aquela que é de cada um. Romance é um texto escrito a quatro mãos. Derreta-se de paixão. A vida é feita de muitas, ao tempo em que a vida é “a” paixão.

Ame a Deus acima de todas as coisas e entregue a Ele, com confiança e lealdade os seus dias e noites, como quem entrega um jardim aquele senhor que tão bem conhece todas as estações. Deixe-se semear por Ele. Espere a chuva. Floresça na sua fé.

Pegue sol na sua praia preferida, dirija de vidros abertos pra sentir o vento no rosto, leia um poema, perdoe, perdoe, perdoe, fique um pouco mais em silêncio, pegue na mão com justeza, mergulhe na alma de quem está ao seu lado sempre. Dedique uma oração aos que mais precisam. Com o tempo você perceberá que a prática diária do que você tem de melhor dentro de si, se espalhará pelos campos a sua volta, deixando um rastro de luz e esperança por onde passar. Faça o bem sem olhar a quem. Voluntarize-se.

Seja agasalho, não seja frio.

Publicado por: Jason Stone | 24/12/2010

STONELAND TV: CELTIC WOMAN – PANIS ANGELICUS.

Música é o idioma de Deus. Ouça e confirme porque. Tenham todos um Santo Natal.

Publicado por: Jason Stone | 24/12/2010

HOJE É NATAL!

Hoje é Natal.

Sugiro desapegar-se dos presentes, e valorizar os que estão presentes. Os próximos Natais podem ser diferentes, com alguns, quem sabe, ausentes, por isso, viva esse instante único, sabendo que tudo nesta vida é passageiro. Mas não sinta nisso melancolia, pois faz parte de existir que tudo se finde um dia. Amanhã tudo renasce como o trocar de estações. Isso é o que importa. O que interessa é saber que cedo ou tarde, estaremos todos, sentados à mesa do magnífico banquete divino. Comensais do pão sagrado que salva e restaura.

Tenha a alegria de viver essa vida como se fosse uma aventura, de abraçar a quem bem quer e dizer eu te amo, sem reservas, sem julgar; com o coração cheio de perdão e fé. Esse o espírito do Natal, quando comemoramos o aniversário de Jesus, esse irmão companheiro, que está conosco ao longo desta riquíssima caminhada. Acenda dentro de si uma luz em Sua homenagem e distribua com os que estiverem pela estrada, fazendo de seus passos um delicado fio de luz.

Feliz Natal! Que Deus possa abençoá-los grandemente.

Há coisas insubstituíveis, como a interpretação de Bing Crosby para White Christmas, quando canta com Marjorie Reynolds no filme de 1942, “Holiday Inn”. Inesquecível.

Publicado por: Jason Stone | 19/12/2010

NATAL É O ESPÍRITO DO BEM.

Todo o mundo já se prepara para a maior festa da cristandade: o Santo Natal. Magnífica noite em que o mais importante é o aniversariante, a comemoração do nascimento do Cristo, que comove e une milhões de pessoas há mais de dois mil anos.

Na minha casa esta sempre foi um data importantíssima, aguardada e cultuada, como poucas vezes vi em minha vida. Começávamos a preparar tudo meses antes, para estar pronto na noite de 24 para 25 de dezembro. Árvores, enfeites, luzes, Papai Noel, presentes, mesa linda de se ver. Minha mãe, apaixonada pelo período de fim de ano, ficava à frente de todas as providências que deveriam ser tomadas para que estivesse tudo perfeito. Papai apoiava incondicionalmente todas as decisões dela, aliás uma tônica em sua vida. Agradar a minha mãe em tudo que fosse possível. O Natal sempre trouxe para família um espírito de conciliação, de bem-querença, de congregar-se com os nossos, a hora de reunir-se para agradecer, apenas agradecer. Para nós o Natal é uma tradição que trazemos ao longo de gerações e que gostamos de manter, também como um respeito aos nossos ancestrais, que já não estão mais aqui, mas permanecem vivos em nossos corações e almas. Esse aliás, o espírito do Natal. Uma luz imorredoura que serve de farol a toda a humanidade. Natal é o espírito do bem, do melhor que há em cada um de nós. Então, festejemos, pois já é Natal em nossas vidas!
Publicado por: Jason Stone | 19/12/2010

CONVERSAS DE CRIANÇA.

As conversas das crianças são as mais lindas que se pode ouvir de alguém… São conversas de ingenuidade infinda, de bondade, de brincadeira, de faz-de-conta, num mundo onde tudo é poesia e luz.

Conversas de criança sempre tecem as melhores histórias, tem fadas e querubins, tem duendes e piratas, tem sonhos bonitos pra se sonhar. Gargalhadas soltas, abraços verdadeiros,beijos de brigadeiro, mapas de tesouros perdidos, corações que são bordados nos céus.

Criança vive num universo onde tudo é possível e a gente se quer invencível pra poder acompanhar.  Criança é bom demais! E tem tanta gente que nem liga…

Publicado por: Jason Stone | 26/11/2010

STONELAND TV: ANDRE RIEU – SOUS LE CIEL DE PARIS.

Nada pode se comparar a Paris. A Cidade Luz é fabulosa, romântica, tem uma primavera inesquecível. Não há como expressar a visão deste lugar.

Publicado por: Jason Stone | 26/11/2010

ZEPPELIN. MEMÓRIA NO AR.

Em 1928, o Graf Zeppelin voou, pelo Mediterrâneo, Oriente e em 1929, com a viagem ao redor do mundo, passou pelos Estados Unidos e Japão. Em 1930, a América do Sul foi incluída na rota e até 1936 a aeronave manteve vôos periódicos. Foi o único dirigível a fazer quase 600 viagens, sendo que só para o Brasil fez mais de 100 em sete dos seus nove anos de vida ativa. A partir de 1930, o Graf Zeppelin iniciou viagens regulares para o nosso País, efetuando transporte de passageiros, carga fretada e malas postais.

No dia 6 de maio de 1937, quando pousava em Lakehurst, em Nova Jersey, um dirigível semelhante, o Hindenburg explodiu misteriosamente e foi totalmente destruído pelo fogo a menos de 100 metros de altura, diante de mil espectadores estupefatos com aquela cena dantesca. Uma verdadeira tragédia que resultou em 36 mortos, a maioria carbonizados. O inevitável desastre foi atribuído a uma descarga elétrica; todavia, chegou a ser cogitada a hipótese de sabotagem. Desaparecia, assim, a fantástica aeronave, orgulho da frota aérea germânica, como que pressagiando o fim de uma era marcante para a aeronáutica mundial, que envolveu os fascinantes dirigíveis e suas fantásticas viagens pelo mundo.

Na foto que estou postando, o Zeppelin sobrevoando o bairro do Flamengo no Rio de Janeiro em 1930.

Publicado por: Jason Stone | 26/11/2010

PRECIOSAMENTE DOCE.

Frozen haute chocolate. Este é o nome dessa preciosidade que podemos ver na foto e que é a sobremesa mais cara do mundo. Custa singelos US$ 25.000 – aproximadamente R$ 42.500, – e é feita com ingredientes no mínimo inusitados. A receita leva 28 tipos de cacau, procedentes de 14 países e mais cinco gramas de ouro comestível de 23 quilates.

Para completar essa verdadeira obra de arte é servido numa taça de ouro enfeitada com diamantes O sundae é decorado ainda com lascas do chocolate mais caro do mundo, conhecido como “La Madeleine au Truffe“, produzido pela confeitaria Knipschildt, de Connecticut, USA. Uma única trufa desta chocolataria, considerada a mais cara do mundo pela revista Forbes, vale US$ 250, e precisa ser encomendada com duas semanas de antecedência.

De tão cara e, certamente deliciosa, dá até pena de comer essa peça de joalheria.

Publicado por: Jason Stone | 26/11/2010

RIO DE JANEIRO EM GUERRA.

Um dia, esta cena, que é idêntica a dos filmes de Hollywood, tinha de acontecer. As polícias militar, civil e federal, além de outras forças nacionais, como Exército e Marinha, estão em confronto armado com traficantes que disputam palmo a palmo um território que é do cidadão carioca. Aos poucos, os bandidos estão sendo acuados e pressionados a buscar outros refúgios. Na verdade a maior dúvida é para onde vão migrar esses criminosos.

Lástima maior ainda, é saber que nessa guerra, miseráveis da polícia – que recebem salários rizíveis – matam miseráveis que traficam, – porque muitas vezes lhes faltam educação e outros serviços básicos – num embate em que não há vencedores.

O Brasil da fantasia está muito bem obrigado, tanto assim que nosso povo acabou de renovar a confiança no modelo de governo que aí está e que ficará por pelo menos, mais quatro anos. Não adianta chorar o leite derramado. Temos de enfrentar os desafios e no final tentar cantar: “e o Rio de Janeiro continua lindo”…

Publicado por: Jason Stone | 21/11/2010

STONELAND TV: FRANK SINATRA – ALL THE WAY.

Inexplicável. Versão original dos “velhos olhos azuis” num dos grandes momentos de sua longa e produtiva carreira. Um marco para quem gosta da melhor música.

Publicado por: Jason Stone | 21/11/2010

CARTÃO POSTAL ABANDONADO.

Talvez tenhamos umas das orlas mais privilegiadas do mundo. Fortaleza é debruçada sobre o Atlântico e nossa Beira-Mar é uma festa para os olhos. E é justamente por isso que deveriam cuidar melhor dela.

Ainda esta tarde, com uma luz dourada inigualável a lhe banhar, caminhei por toda ela, de ponta a ponta e vi o descaso com que é tratado o paisagismo e como há adereços visuais que interferem na paisagem, decepando a visão de quem passa ao longo de sua avenida. Canteiros e ajardinamentos abandonados, ressequidos, estorricados pela falta d’água, ausência de flores e poda mais freqüente. Calçadas quebradas, monturos de lixo, entulho por toda parte. E mesmo assim, estava repleta de turistas e nativos, prestigiando aquele nosso monumento natural.

Já que há tanto dinheiro guardado para investir às vésperas da eleição, – porque afinal, essa é a estratégia de quem governa apenas no derradeiro ano para a platéia de eleitores – que tal dar um pedaço do orçamento para revitalizar os jardins e passeios da Beira-Mar? Fortaleza, penhoradamente agradece.

Publicado por: Jason Stone | 21/11/2010

MORRER JOVEM.

Por Jason Stone

Morrer jovem é muito esquisito. É de uma ironia sem graça. De um espanto em que não cabem argumentos. Morrer jovem é muito estranho. Mesmo porque juventude é coisa relativa, num mundo em que Einstein já não está aqui para explicar.

Morrer jovem é como interromper uma música. É como cortar um filme ao meio, rasgar as páginas de um livro pra não se saber o final. É roubar de cena um ator em seu momento mais fantástico, em seu grande ato, sua cena mais brilhante. Porque morrer jovem é injusto. Injusto com as leis da natureza. Injusto com os que partem. Muito mais injusto com os que ficam. Pois saudade é morte lenta, passo-a-passo, emudecida, olhos cerrados, quase sem respirar.

Quem morre jovem não tem o que dizer. Vai calado, sem dizer palavra, num silêncio intrigante. Não tem quase história pra contar, não tem quase passado, não terá futuro. Quem morre jovem, seja qual for a forma, tem morte súbita. Porque é de repente se morrer jovem. Fica aquela sensação de poder ter feito mais. Poder ter dito mais. Aquela frustração de quem perdeu o jogo de sua vida.

Morrer jovem é contabilizar ao contrário. É descontar, é subtrair somente. É contar os abraços que deixou de abraçar, os beijos que não deu, as obras que não realizou, os sonhos que não viveu, a formatura que não aconteceu, o carro que queria e não veio, a namorada que amava demais da conta e que não deu conta de que você se foi. Morrer jovem é mais triste, porque a velhice é o que se espera e a juventude apenas vai acontecendo e a gente sempre se achando bem, se sentindo forte, audaz, capaz, feliz. Quando se morre jovem, se desdiz tudo o que tinha de haver. É a contramão da história. A volta de uma viagem que nem sequer chegou a existir.

Morrer jovem é não ter tempo. Não conseguir conhecer a beleza, não dar satisfação, não explicar, não dar até logo, ir direto ao adeus. Morrer jovem é mal educado, é nem pedir licença para levantar e sair. Morrer jovem é não aparecer no compromisso, é marcar a reunião e não ir. É fazer todo mundo de bobo. Dar um drible nos amigos, nos parentes, no cachorro. Morrer jovem é faltar a tudo que estava na agenda e se perdeu no ar. Morrer jovem é deixar para trás. É uma ida sem volta. Uma deslealdade. É ir a uma guerra e nunca mais voltar. É esperar por quem não vem. Morrer jovem é uma traição da vida em conluio com a morte. É uma armação para desesperar mães. É um desafio. Um fustigo. Morrer jovem é um deboche abominável.

Publicado por: Jason Stone | 20/11/2010

STONELAND TV: FAITHLESS – INSOMNIA.

Das antigas, mas o astral é o mesmo. Num dia de festa como foi esse, good vibrations!

Publicado por: Jason Stone | 20/11/2010

III TWEETFOR: “A” FESTA.

Pense numa festa com a música de Juliana LiLee e banda O Verbo? Pensou? Agora coloque as pessoas mais bonitas da cidade e com a conversa mais descolada. Pegue uma organização de muito bom gosto, em todos os detalhes, com a assinatura de Freitas Junior (@Freitas_Junior), Sávio Queiroz (@queirozcostaart) e Alfredo Marques (@alfredomarques) e coloque os tweeteiros mais importantes de Fortaleza. Junte tudo isso a comida impecável e a paisagem do Bosque do Marina Park. Você terá como resultado o III Tweetfor, a festa que reuniu o que há de mais influente na timeline do estado.

Além disso, o espaço proporcionou encontro entre pessoas das mais diversas áreas que convergiram com a melhor energia para o mesmo lugar. Foi muito especial mesmo.

Os promotores garantem um IV Tweetfor ainda mais embalado. O encontro teve o patrocínio da VIVO, BSELO, DIÁRIO DO NORDESTE, BANCO DO NORDESTE E MARINA PARK, parceiros que viram no empreendimento um espaço privilegiado para seus produtos.

Na foto me faço acompanhar dos jornalistas André Capiberibe (@Acapiberibe) e Luis-Sérgio Santos (@OMNIMIAN), nosso professor. Por falar em mestre, na ocasião foram distribuídos luxuosos exemplares do “Livro do Ano”, editado e publicado pela Omni Editora. O livro de 2011 já está sendo rodado e promete ser mais uma edição histórica, reunindo os fatos mais marcantes deste ano de 2010.

Enfim, o III Tweetfor foi tudo de bom. Imagine agora o próximo!

Publicado por: Jason Stone | 19/11/2010

STONELAND TV: WILL MARTIN – GOING HOME.

Esta canção é para aqueles que sempre voltam para casa. Que encontram o caminho para retornar ao lugar que mais gostam.

Publicado por: Jason Stone | 19/11/2010

MIL PERDÕES AOS PRAGMÁTICOS.

Por Jason Stone

Estava pensando agora como deve ser desanimada a vida dos pragmáticos, desses que levam a vida com imensa seriedade, fazendo contas, contando as pontas, como aqueles bancários por trás de bereaus a multiplicar preocupações e pesares. Deve ser muito desanimado. Deve ser muito pouco estimulante só comprar o que se precisa, sem direito sequer a um inofensivo supérfluo.

Eu mesmo sou desses que acumulo inutilidades magníficas. É muito bom ter um isqueiro Zippo, mesmo sem jamais fumar, ou um canivete suíço, mesmo sem imaginar para que servem todas aquelas garrinhas e funções. Engenhoca linda. Já pensou? Só adquirir aquela calça que se precisa e nem olhar para aquele sapato que vai se esperar a ocasião de usar? Porque precisar mesmo, nem precisa.

Não! Que me perdoem os práticos, pragmáticos e objetivos. Mas ter aquilo que está no imaginário daquela criança imorrível dentro de nós é tudo de bom. Comprar aquele carrinho de bombeiro que quando pequenos nunca tivemos, ou aquele aeromodelo que dê asas aos nossos devaneios é sensacional, ou quem sabe, aquele Forte Apache, cheio de bonecos da 7ª Cavalaria a participar de guerras imaginárias, de missões impossíveis, de viagens infindáveis. Não há como não se emocionar com essa porção criança que há dentro dos visionários, dos que olham adiante mesmo diante de horizontes pouco cristalinos.

Perdoem-me os metódicos, os cartesianos, os matemáticos. Mas a vida é ciência humana, nunca foi ciência exata, e justamente por isso, nos é permitido errar, parar, arrepender-se, pedir perdão, estender a mão. Isso é humano, isso é verdadeiro, isso é sublime. Não me venham com regras que não conseguem responder as grandes incertezas, não me tragam tratados de coisa nenhuma que nada explicam e só servem para fabricar teoremas insolúveis e não tem serventia na hora de comprar um pão. Não! Não me mostrem nada disso!

O que quero para minha vida é poder admirar um banco de praça que viu tanta coisa passar, quero aquela beira de praia, olhos posto ao mar, sem hora, sem dia para estar. Quero é poder esquecer o relógio, admirar o Duomo de Milão como se fossem lágrimas divinas, quero passear de mãos dadas pela Piazza de San Marco e assistir a uma missa na Capela Sistina. Quero é tomar aquele vinho sentado na esquina e saborear o chá numa Londres quase de conto de fadas. Quero aquele detalhe que ninguém vê, porque poucos olham com os olhos atentos de conhecer. É isso que de fato quero.

Desejo sentir a simplicidade rica de uma conversa fiada, de entardecer em Iracema e anoitecer na Aldeota, quero rever meus amigos sem compromisso, quero sentir a ausência de cada um deles e respeitar a vontade que eles tem de às vezes estar apenas consigo mesmos. Quero é isso, e somente isso é o que quero.

Desculpo-me aqui com os ensimesmados, com os casmurros, os meditabundos. Peço desculpa aos superficiais, aos focados, concentrados e pós-graduados, que se perderam em cismas e teses, defesas e monografias. Eu prefiro ser profundo, mergulhar de cabeça nos romances, nos filmes épicos, nas canções que tocam o coração da gente, melodias que parecem feitas para nós em momentos especiais. Prefiro escolher os sorvetes e não as sopas. Quero uma vida descalça, estrelas como teto, vento soprando no rosto, alma leve e pronta para abrir gaiolas e soltar pássaros. Quero sentir a pureza da chuva, a saudade da bem querença, a paciência da natureza em refazer o que foi desfeito, a poesia de cada instante… Quero sentir assim, desse jeito.

Ah, como deve ser triste uma vida de cálculos, de tudo previsto, de tudo assinado, contratado, acertado, combinado, fechado. Deve ser um martírio saber o que vai ser do amanhã. Esse tédio dos seguros, das garantias, das certezas.

Sabe de uma coisa meu amigo? Vou é escolher uma vida clara, como lençóis brancos estendidos em varais, de flores espalhadas nos quintais, de lavanda que recende das camisas de cambraia, de chama que acende uma vela numa janela escancarada para a rua em um instante de fé absoluta, já passando a procissão, mãos postas, oração. Quero é o regaço da rede estendida na varanda. Quero é sorrir abraçado ao meu filho, sentir aquela gargalhada franca e inocente ecoar dentro de mim. Quero é fitar os olhos de quem amo com a confiança de que posso me entregar sem reservas, descansado. Quero essa loucura chamada liberdade, essa extraordinária experiência, singular, intangível, apaixonante e única que é sonhar… Porque de sonhos é feita essa vida e os sonhadores são os arquitetos do impossível, capazes de mudar mundos, e fazer estradas que nos levem até a eternidade.
Publicado por: Jason Stone | 19/11/2010

CHARTREUSE. SABOR E HISTÓRIA.

Desta vez trago para os leitores desse blog a singularidade do licor Chartreuse que tem duas versões, o vert – de tom esmeralda – e o jaune – amarelo âmbar -, ambos de sabor indescritível.

Mas vamos saber um pouco mais, porque afinal, tudo nessa vida tem história e assim deve ser. A exemplo do vinho, o licor também teve origem pelas ordens religiosas, nos monastérios da França e da Espanha, onde a bebida Chartreuse continua sendo preparada. Em 1084 foi fundada por Saint Bruno a Ordem Monástica Chartreuse, em Fourvoirie, próxima de Saint Laurent du-Pont.

Em 1605, a Marechal d’Estrées entregou aos monges em Paris um manuscrito revelando a fórmula de um Elixir da Longa Vida que ele não conhecia a origem. Por esta época apenas os religiosos e boticários tinham conhecimento para trabalhar com as plantas. Da alquimia de preparo e uma mistura em misteriosas dosagens de 130 ervas e flores, nasceu essa pérola que leva o nome da região onde é produzido.

Em 1737, o Monastério de La Grand-Chartreuse, na região de Grenoble, decidiu fazer um estudo exaustivo sobre a receita. O boticário Hermano Jérôme Maubec se encarregou desta obra. Conseguiu então fixar definitivamente sua fórmula.

Em 1903 os monges são expulsos da França. Levam consigo os segredos do Chartreuse e implantam uma destilaria em Terragona (Espanha) para fabricação do licor. Somente em 1929, os monges recuperaram o uso da denominação Chartreuse refazendo a antiga destilaria de Fourvoirie construída em 1860, ao redor do Monastério de La Grand-Chartreuse. E acreditem, tem muito mais história ainda, mas contaremos em outra oportunidade.

Nas fotos você pode ver o rótulo do Chartreuse vert e os frades do monastério preparando essa “poção” mágica que encanta aos de bom gosto e fino trato.

Publicado por: Jason Stone | 18/11/2010

STONELAND TV : GIORGIA FUMANTI – A ROSE AMONG THORNS.

Giorgia Fumanti. Italiana, linda, voz sem comentários. É como um anjo que vem cantar para nós.

Publicado por: Jason Stone | 18/11/2010

EFEITO TROMBADINHA.

Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André e um dos bastiões do Partido dos Trabalhadores à época das vésperas do primeiro mandato do Lula, foi brutalmente torturado e assassinado em 18 de Janeiro de 2002. Você pode ver os dois juntos, nesta emblemática foto datada daquele ano.

Pelo que se tem notícia, o então Prefeito de Santo André descobriu que o esquema de corrupção do qual ele fazia parte, – com a premissa de arrecadar dinheiro para o partido – estava desviando dinheiro da ladroagem para o bolso de alguns figurões do PT. Precisavam queimar o arquivo e assim o fizeram. Com marcas de cigarro por todo o corpo e perfurações a bala, Celso Daniel foi morto com requintes de crueldade. Os autores tentaram dar aparências de um crime comum. Não conseguiram.

O Brasil inteiro sabe que há políticos e bandidos comuns envolvidos na trama. Tudo urdido com o beneplácito de mandatários de grande vulto dentro do partido que está no poder.

Pois bem. Funcionou o efeito trombadinha. Bateram a carteira e gritaram pega ladrão! Hoje foi condenado – apesar de foragido – a dezoito anos de reclusão em regime fechado, Marcos dos Santos, um dos sete (!) acusados pela morte do ex-prefeito. Os mandantes, pegaram apenas quatro anos. Mas, de governo.

Publicado por: Jason Stone | 18/11/2010

IDEAL CLUB. A CARA DE FORTALEZA.

Essa é uma foto bem antiga, mas que já mostra o prédio do clube. O Ideal Clube foi criado em 1931, mas a atual sede data do período entre 1939 e 1946, com projeto de Sílvio Jaguaribe Eckman, seguindo arquitetura em estilo missões, chamada também de colonial californiano, porque afinal, o american way of life inspirava aqueles tempos. O fato é que o Ideal Clube notabilizou-se através dos anos por ser uma agremiação que reúne a sociedade mais tradicional de Fortaleza, com festas sensacionais e um charme todo seu. É mais um dos lugares que merecem destaque no cenário de nossa cidade.

Publicado por: Jason Stone | 18/11/2010

ARNOLD & SON. UM RELÓGIO. UMA LENDA.

A tradição cerca a griffe Arnold & Son, fabricante de relógios muito especiais. A marca nasceu no XVIII Século, com o grande mestre relojoeiro inglês, John Arnold. John construiu instrumentos precisos para figuras importantes da marinha da Grã Bretanha como Sir John Franklin (HMS Terror, HMS Erebus), Capitão William Bligh (HMS Bounty), Capitão Phipps, Sir Ernest Shackleton, até o legendário Capitão Cook, que deu seu nome as ilhas do Pacífico.

Desde sempre os relógios Arnold & Son são fornecedores da marinha britânica e de exploradores daquele país em suas travessias. Levamos até você esta peça mais-que-perfeita, porque afinal, o mundo não é feito apenas dos clichês encontrados em qualquer relojoaria por aí. Na foto um modelo Scout.

Publicado por: Jason Stone | 16/11/2010

STONELAND TV: JOSH GROBAN – MI MORENA.

Esta música é para aquecer os romances que acontecem noite adentro e lembrar que se você não mudar, nada muda.

Publicado por: Jason Stone | 16/11/2010

TROQUE A PEÇA.

Por Jason Stone

O tempo é célere, passa, por mais que tentemos retê-lo. Inexorável. Ele é assim. Por isso perder tempo é um erro incorrigível.

Quer um conselho? Não se detenha em tentar criar afinidades onde elas não existem. Se você gosta de cinema e ela de praia, viva então na palidez das platéias. Se acontece o contrário, tenha o tom dos verões que quiser viver. Não faça muitas concessões. Faça somente aquelas para testar a sintonia. Se não houver, não insista. O saldo é sempre negativo. Relações não são para ser mantidas a ferro e fogo, seja lá pelo que, ou por quem for. Pessoas foram feitas para felicidade e leveza. Ou elas se encaixam ou não. Se a paixão e admiração deixarem de existir – nem que por um elétron de segundo – abandone o barco antes de afundar com ele. Exercite seu egoísmo do bem, aquele que lhe fará sobreviver. Ficar com a alma viva é o que importa. Pode acreditar.

Se não fizer assim, vai viver entremeando decepções com travos amargos de fim de festa. Por isso, viva como se nada houvesse em volta. Lamentável que tenha de dizer isso. Mas não vi outra forma de buscar ser, ao invés de apenas estar. Porque é fundamental existir e não apenas durar.

Perca as esperanças. Ninguém muda ninguém. Óleo e água, lembra? Jamais você conseguirá que alguém que tem as raízes fincadas num pagodinho ou forró, regados a uma “gelada”, volte seus ouvidos para uma educada sinfonia. No começo pode ser até folclórico, engraçado, mas do meio para o fim fará um enorme estrago no seu cotidiano. Se por acaso um dos dois abrir uma exceção, seu parceiro estará irremediavelmente infeliz. Porque não se consegue ser alguém que não se é por muito tempo. Ninguém consegue atingir a plenitude se não assumir quem é e principalmente, o grau de esfacelamento moral de que padece. Sei que todo mundo vive de hipocrisia e mentira, mas sabemos também que um dia a máscara cai. Por isso, assuma de vez o que pensa, o que faz, no que crê. Será mais fácil viver assim, sem o silício a lhe apertar a carne numa penitência sem fim.

O tempo é veloz demais. Você dorme na segunda e quando acorda já é domingo próximo. Tudo passa muito depressa. E você perdendo tempo tentando. Não faça isso. Definitivamente. Você não é um rato de laboratório.

Se sua vida perder emoção não fique tentando reinventar sua história, juntando cacos de um amor perdido, colando fragmentos de instantes vividos que se quer perpetuar. Nada disso é possível. Sem sofismas. Se desencaminhou, não se reencontrará a estrada sem desgaste e dor. Corrigir trajetória é muito mais doloroso que traçar uma nova. Tenha a coragem de mudar. Você vai chorar a primeira semana, mas tudo passará na primeira dose de bourbon numa alegre companhia, porque a vida segue, embora algumas vezes paremos pelo caminho.

Portanto, esqueça a burocracia afetiva e troque a peça que está com defeito, antes que ela comprometa toda a estrada que você vai percorrer nos anos que vem por aí.

Publicado por: Jason Stone | 15/11/2010

STONELAND TV: SARAH BRIGHTMAN – SANVEAN

“Sanvean” é uma música originalmente interpretada pela australiana Lisa Gerrard. Esta versão é da magnífica Sarah Brightman. Deleitem-se.

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